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Foto: Guilherme Sai. |
A exposição Vidas em Cordel é, sem dúvidas, um marco na história da poesia popular e em minha caminhada, como produtora cultural e xilogravadora. Idealizada pelo Museu da Pessoa, em celebração aos 30 anos deste importante repositório da memória nacional, reúne depoimentos colhidos ao longo de 30 anos adaptados para o cordel.
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Jonas Samaúma. Acervo: Museu da Pessoa. |
Os primeiros folhetos foram escritos por Jonas Samaúma, cocurador da exposição, com xilogravuras de Artur Soar; depois, Marco Haurélio e eu fomos convidados para a criação de textos e imagens que abarcassem o universo do cordel em consonância com a história dos entrevistados.
Nomes como Ailton Krenak, Gilberto Dimenstein e Roberta Estrela Dalva aparecem ao lado de outros não tão conhecidos do grande público, mas igualmente importantes, afinal, como diz o lema do Museu da Pessoa, toda história importa. E toda vida dá um cordel.
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Marco Haurélio lê folheto que narra a história do Museu da Língua Portuguesa. Foto: Acervo Museu da Pessoa. |
Além de Jonas e Marco Haurélio, a coleção conta com versos de
José Santos, Mestre Bule-Bule, Rouxinol do Rinaré, Maria Celma, Gigio Paiva, Nilza Dias e
Klévisson Viana. E com xilogravuras de Regina Drozina, Maercio Siqueira,
Jefferson Campos, além de mim e de Artur Soar.
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Lucélia Borges. Foto: Bel Santos Mayer. |
E neste sábado, 29 de março, a partir das 11 da manhã, ministrarei uma oficina de xilogravura e isogravura, encerrando as atividades formativas da exposição.
Quem tiver interesse, pode se inscrever no link:Para conhecer a exposição virtual, basta acessar o site do Museu da Pessoa.
Clique aqui para assistir a uma matéria do Jornal da Cultura na abertura da exposição.
Mais fotos:
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Folheto de autoria de José Santos em homenagem ao falecido jogador Dário Alegria. |
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Teresa e Lucas Lara, do Museu da Pessoa, ao lado de Lucélia Borges. |
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